Em relação ao momento Brokeback citado atrás (AKA enrabanço)
Foi de facto um momento um bocado duro.
Nem tive direito a vaselina nem nada.
Pela primeira vez desde que comecei a trabalhar perdi a conta ao número de cafés por mim ingerido ao longo do dia.
O que é mais ingrato nestas maratonas nocturnas é que quando se trabalha, ao contrário dos tempos aúreos de faculdade, não nos podemos baldar às aulas nem ir arrochar no dia seguinte.
Nops.
Temos de estar firmes e hirtos logo pela manhã para novo dia de trabalho.
Então lá está um tipo a olhar toda a noite para o relógio a verem desaparecer a um ritmo alucinante as horas de sono tão necessárias para manter um mínimo de sanidade mental ao longo do dia.
É terrivelmente angustiante de facto.
Mas sobrevivi e como um colega meu muito sabiamente me disse quando entrei para aqui: "Vais descobrir que o corpo humano tem níveis de resistência bem superiores àqueles que conheces..."



